Em meio a tantas bolas foras, o GloboEsporte.com até que tem seus momentos. Uma ferramenta útil para fundamentar qualquer teoria da conspiração, por exemplo, é a seção de estatísticas do Brasileirão 2009, em que são detalhados alguns fundamentos de cada equipe. Até a quinta rodada, o que não falta é munição para disparar contra o clube que há muito vem dando uma sorte danada com as arbitragens: o São Paulo.
Tá certo que a fortuna está sempre ao lado de quem trabalha (ou não). Descontadas a babação da mídia caolha e toda a falácia de modernidade, o São Paulo tem, ou teve, equipe para justificar as recentes conquistas, num futebolzinho tão nivelado por baixo quanto o brasileiro. Mas é certo que os constantes erros de arbitragem e as vistas grossas para o carrossel de faltas promovido pelo professor Muricy (a antítese do que foi Telê Santana, apesar de alguns babões o rotularem como legítimo herdeiro do treinador), acabam por falar mais alto do que as virtudes da equipe do Morumbi.
Quem reclama da sorte do São Paulo tem razão quando analisamos as estatísticas do Brasileirão, até a quinta rodada. A equipe tricolor ocupa a quarta posição entre os times mais faltosos da competição. Em contrapartida, nem de longe ameaça a liderança entre agremiações com mais cartões vermelhos ou amarelos. A coisa fica gritante se compararmos com os três clubes que encabeçam o ranking de faltas cometidas: Sport, Grêmio e Avaí.
Como é possível notar nos quadros acima, o número de faltas das equipes tem alguma proporção com a quantidade de cartões. Fato que, no entanto, não acontece com a equipe paulista. Somada a discrepância dos números com os pontuais erros de arbitragem que beneficiaram o São Paulo nas primeiras rodadas, dá para notar que o clube tem um belíssimo trabalho de bastidores. Ou sorte mesmo. Depende dos olhos de quem vê.
Tá certo que a fortuna está sempre ao lado de quem trabalha (ou não). Descontadas a babação da mídia caolha e toda a falácia de modernidade, o São Paulo tem, ou teve, equipe para justificar as recentes conquistas, num futebolzinho tão nivelado por baixo quanto o brasileiro. Mas é certo que os constantes erros de arbitragem e as vistas grossas para o carrossel de faltas promovido pelo professor Muricy (a antítese do que foi Telê Santana, apesar de alguns babões o rotularem como legítimo herdeiro do treinador), acabam por falar mais alto do que as virtudes da equipe do Morumbi.
Quem reclama da sorte do São Paulo tem razão quando analisamos as estatísticas do Brasileirão, até a quinta rodada. A equipe tricolor ocupa a quarta posição entre os times mais faltosos da competição. Em contrapartida, nem de longe ameaça a liderança entre agremiações com mais cartões vermelhos ou amarelos. A coisa fica gritante se compararmos com os três clubes que encabeçam o ranking de faltas cometidas: Sport, Grêmio e Avaí.
Como é possível notar nos quadros acima, o número de faltas das equipes tem alguma proporção com a quantidade de cartões. Fato que, no entanto, não acontece com a equipe paulista. Somada a discrepância dos números com os pontuais erros de arbitragem que beneficiaram o São Paulo nas primeiras rodadas, dá para notar que o clube tem um belíssimo trabalho de bastidores. Ou sorte mesmo. Depende dos olhos de quem vê.
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