É a última vez que gasto linhas aqui para comentar a "matéria" dos 60 caipisaquês, mas, passada semana e meia, parece que o ciclo se fechou e, infelizmente, faltou culhão ao veículo para reconhecer os próprios erros no lamentável episódio.
"Tentativa de despistar a galera" Durante dias questionei que raios de tal era essa "galera". Depois que Fred escrachou a relação repórter/ torcedores, finalmente entendi: estava tudo em casa
Segundo Caio Barbosa, durante o trabalho de apuração, "outro funcionário com a nota fiscal na mão. Foi listando o que tinha sido consumido, com o preço de cada coisa. Perguntei sobre os caipi-saquês. Ele falou: 'Sessenta'. Perguntei: 'Cravado? Nem 61, nem 59?'. Ele: 'Cravado. As mulheres beberam suco e água, tá aqui'. E me mostrou a nota. Perguntei se poderia fazer foto da conta e ele respondeu: 'Aí, você vai me quebrar com o patrão'"
Ora, se o jornalista tinha o número exato de bebidas consumidas por Fred e sua turma (como o jornal veiculou jocosamente), por que tantas derrapadas nos números
no momento de noticiar?
Se o repórter alegou ter o número exato de bebidas durante a apuração, por que na primeira matéria sobre o ocorrido (carregada de sensacionalismo) cravou MAIS de 60 caipisaquês? "Mais de 60" não são 60
"Cerca de 60 caipisquês". Mas não eram 60 cravados? Parece que não é somente o relato do jogador que tem inconsistências...
Como prega um certo aracnídeo, "com grandes poderes vêm grandes responsabilidades". É preciso deixar de lado questões pessoais e buscar algum equilíbrio para evitar aberrações jornalísticas como essa (que, afinal, deve ter saciado a sanha de inúmeros desafetos que o artilheiro cabeça fraca deve ter no meio). No fim das contas, a falta de profissionalismo de Fred não pode justificar a postura tendenciosa da imprensa.
Porque até para fazer sensacionalismo é preciso competência e responsabilidade.
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