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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Amor para as massas (Ou em país sem memória cada um fala o que convém)

Tá pra nascer argumentação que transpasse fatos cristalinos.

Mãe é mãe. Paca é paca. E Flamengo é Flamengo (by imprensa carioquinha)
Reprodução: GloboEsporte.com

Love quer morrer no Flamengo (amor pras massas). Há um mês, qualquer cova rasa parecia servir:


Show me the money! Show me the money! (by Cuba Gooding Jr) Reprodução: Lancenet
O jornalismo esportivo seria muito mais divertido se a turma tivesse memória. Afinal, cada um chora por onde sente saudade.

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domingo, 18 de dezembro de 2011

Ouro de tolo

O maior jogador de todos os tempos segue se reinventando em meio ao cenário de gosto duvidoso que o cerca.

Imagem: reprodução da internet

Um gênio. Transformou a vida real na perfeita metáfora sobre o futebol que tem apresentado nos últimos anos.

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Pênalti, paradinha, queda e cartão


Porque todo castigo pra babaca é pouco.

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domingo, 14 de agosto de 2011

A saideira do caipisaquê

É a última vez que gasto linhas aqui para comentar a "matéria" dos 60 caipisaquês, mas, passada semana e meia, parece que o ciclo se fechou e, infelizmente, faltou culhão ao veículo para reconhecer os próprios erros no lamentável episódio. 

Na edição on-line, o repórter deixava pistas toscas numa série de atos falhos, mas agora temos o por quê: segundo Fred, o autor da matéria seria cunhado e tio dos torcedores envolvidos no caso.

"Tentativa de despistar a galera" Durante dias questionei que raios de tal era essa "galera". Depois que Fred escrachou a relação repórter/ torcedores, finalmente entendi: estava tudo em casa


Pior é constatar no relato defensivo de quem cometeu a lambrança jornalística mais tropeços na apuração e na forma como a "notícia" foi veiculada.

Segundo Caio Barbosa, durante o trabalho de apuração, "outro funcionário com a nota fiscal na mão. Foi listando o que tinha sido consumido, com o preço de cada coisa. Perguntei sobre os caipi-saquês. Ele falou: 'Sessenta'. Perguntei: 'Cravado? Nem 61, nem 59?'. Ele: 'Cravado. As mulheres beberam suco e água, tá aqui'. E me mostrou a nota. Perguntei se poderia fazer foto da conta e ele respondeu: 'Aí, você vai me quebrar com o patrão'"

Ora, se o jornalista tinha o número exato de bebidas consumidas por Fred e sua turma (como o jornal veiculou jocosamente), por que tantas derrapadas nos números no momento de noticiar?

Se o repórter alegou ter o número exato de bebidas durante a apuração, por que na primeira matéria sobre o ocorrido (carregada de sensacionalismo)  cravou MAIS de 60 caipisaquês? "Mais de 60" não são 60

Em matéria posterior, novamente cambaleia nos números:

"Cerca de 60 caipisquês". Mas não eram 60 cravados? Parece que não é somente o relato do jogador que tem inconsistências...

Como prega um certo aracnídeo, "com grandes poderes vêm grandes responsabilidades". É preciso deixar de lado questões pessoais e buscar algum equilíbrio para evitar aberrações jornalísticas como essa (que, afinal, deve ter saciado a sanha de inúmeros desafetos que o artilheiro cabeça fraca deve ter no meio). No fim das contas, a falta de profissionalismo de Fred não pode justificar a postura tendenciosa da imprensa. 

Porque até para fazer sensacionalismo é preciso competência e responsabilidade.

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