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domingo, 21 de setembro de 2008

Futebol é pra macho (redux)

Se você não trabalha para a equipe de futebol feminino dos Estados Unidos, ser massagista de um time é profissão dura... Com essa onda de problemas no púbis dos boleiros, então. Até o Steven Gerrard ficou sem jeito tamanho o profissionalismo do massagista.

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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

How to be a hooligan #01

Beba e se comporte como um idiota (não necessariamente nessa ordem).

Pior que ser um torcedor do West Brom, só mesmo ser um torcedor idiota do West Brom.



Via The Beautiful Game

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Isso é só o fim

Mais algumas fotos da série "a minha outra câmera é uma Leica".

A dona CBF gastou R$400 para levar a equipe do Bicuda FC ao jogão Brasil e Bolívia. A considerar o martírio de quase duas horas, saímos no prejuízo. Era para ter sido cobrado uns 800 mangos mais uns 20 litros de cerveja Liber sem álcool.

O Engenhão tem cheiro de superfaturado. Ponto. Não vale nem a c*r*lho os R$350 milhões divulgados por aí. A obra é completamente mal-acabada. Está na cara que o tal legado do pan foi um péssimo negócio.

O estádio parece um tanto abandonado. Alguns banheiros estavam sem luz; os assentos, sujos e queimados de sol; e a pista de atletismo, desbotada. Símbolo do desleixo olímpico: um simpático pastor alemão da Guarda Nacional fazia com muita alegria as suas necessidades na caixa de areia do salto triplo. Maurrem Maggi vai pegar micose!

Estes assentos valem R$200!!!

Desorganização geral na entrada dos lugares mais baratos. A turma que foi assistir ao jogo mais parecia gado em fila indiana. No Maracanã não tem essa besteira.

Brasileiro com muito orgulho e com muito amor praticando seu esporte preferido: fila.

Além dos ingressos superfaturados, o pobre torcedor ainda ficou sujeito a uma série de facadas. Um cachorro-quente frio e sem gosto custava R$4 (mais caro do que o quilo da salsicha). O biscoito de polvilho Globo saía pela bagatela de R$3. Roubo, roubo, roubo. Crime contra a economia popular.

A simpática com o megafone deu uma forcinha para o blog fazendo publicidade "di grátis" em meio aos excluídos digitais do Engenhão.

Ficou feio para a dona CBF também a ausência de torcedores. O tal público de pouco mais de 30 mil pessoas divulgado é mentiroso.

Engenhão faz valer o seu apelido: Vazião.

Vazião, Vazião!

Quanto ao jogo, sem comentários. A Seleção Brasileira há tempos é um saco. Não me diz nada, não me representa em nada.

Juan, infelizmente, perdeu a oportunidade de fazer o nome. Ficou carimbado na testa "JOGADOR DE CLUBE". Decepcionou.

Uma pena Nilmar ter entrado somente no fim do jogo, sem tempo de fazer muita coisa.

O público da Seleção Brasileira é um caso à parte. Não é público de futebol. Parecia que eu estava num jogo de vôlei e que a qualquer momento pediriam por Giba no time titular. Eca!

A tal Skil gastou uma baba com ingressos gratuitos para a galera. Entretanto, faltou skill para a nossa Seleção. Rá-rá-rá, sou um piadista poliglota.

André Lobão pagando pau para um boliviano, doidinho para fazer um esquemão La Paz de importação de derivados da cultura andina.

Interessante a politicagem da CBF: nas últimas eliminatórias não houve sequer um jogo aqui no Rio (por conta da antipatia com o então governo estadual). Antes do fracasso de ontem, a dona do futebol brasileiro até abriu a possibilidade de mais uma partida por aqui. Para quê? Os demais estados também merecem ver esse bando de mascarados.

A Seleção Brasileira acabou.

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