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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A boa da sexta-feira - Cheryl Cole

Fechando o ano em grande estilo. A mulher do lateral inglês Ashley Cole é uma das prediletas da casa. Claro que, além de linda, Cheryl Cole tem outros talentos para ser simplesmente uma WAG, é vocalista das Girls Aloud!!!! Tudo bem, não é grande coisa.

O que não dá para entender é como o tal Ashley Cole teve coragem de pular a cerca com uma patroa tão talentosa. Ah, Cheryl, se você me entendesse...


Alguém reparou na saia?

Seu marido é um porco infiel e ainda usa calça branca?

Garota de talento

No teste do biquíni

E uma visão do backstage (deveriam fazer regras para tatuagens e para biquínis largos)

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Alerta de fraude - Caio Ribeiro


Caio surgiu como grande promessa são-paulina durante a gloriosa era Telê Santana, comandando o ataque do Expressinho do Morumbi (integrado por jogadores das categorias de base do Tricolor Paulista), que conquistou a extinta Copa Conmebol, em 1994, ante a um titularíssimo Peñarol.

Apesar do sucesso inicial, favorecido pela boa fase do clube, a maioria dos jogadores daquele time de aspirantes, como Pavão, Jamelli e Catê, jamais alcançou o patamar que muitos imaginavam. Com Caio não foi diferente.

A história da revelação são-paulina tem o início parecido com a de Kaká. Boa pinta e de classe média alta, o jogador também atraiu muitas fãs histéricas, que deram início à "Caiomania", um “movimento” tão popular quanto a “Kakamania”. Dentro de campo, as coisas iam muito bem, obrigado: além dos títulos no SPFC, Caio faturou a Bola de Ouro no Mundial Sub-20 de 1995, realizado no Qatar.


Do Oriente Médio para a Inter de Milão foi um pulo (e cerca de € 2,5 milhões). Para se ter uma idéia da valorização do boleiro no cenário mundial, a sua contratação, juntamente com as aquisições de Roberto Carlos e o então desconhecido Javier Zanetti, foi uma das prioridades de Massimo Moratti ao assumir o clube italiano. Na Itália, no entanto, a carreira do atacante teve um declínio tão rápido quanto a sua ascensão. Sem jamais conseguir se firmar em Milão, foi emprestado ao Napoli, onde também não deixou saudades.

Sua temporada européia chegou abruptamente ao fim em meados de 1997, quando voltou ao Brasil, passando por grandes clubes, como Santos, Flamengo, Grêmio, Fluminense e Botafogo (nesse meio tempo ainda teve uma frustrada experiência na Alemanha). Apesar de títulos e boas participações em alguns jogos – sobretudo quando fazia parte do rubro-negro carioca – Caio nunca se firmou nas equipes.

Fora de campo, ainda nos tempos de Flamengo, o atleta foi vítima de uma nota irresponsável de um famoso colunista de um jornal de grande circulação do Rio de Janeiro, em 1998. Na coluna, o jornalista maldosamente insinuava um suposto escândalo envolvendo o jogador e um pagodeiro, que teriam sido flagrados trocando carícias íntimas dentro de um carro. Com um texto nada hermético, o colunista soltou: “Não adianta que não vou dizer os nomes dos envolvidos no caso do jogador de futebol de um grande clube do Rio de Janeiro com um pagodeiro famoso. Querem que eu seja processado? Nessa eu não caio. Vocês querem que eu fique com o pires na mão ?”

Outros profissionais mais sérios e comprometidos com a ética concentravam críticas no fraco desempenho de Caio dentro de campo. Com um fino toque de ironia, ao notar que o boleiro só passou por equipes de primeira grandeza, mesmo sem se firmar durante toda a carreira, Paulo Cesar Vasconcellos concluiu: “futebol é uma benção”.

Caio se retirou precocemente do futebol e adotou o sobrenome Ribeiro para integrar a equipe de comentaristas da Rede Globo, no lugar de Casagrande, afastado por problemas pessoais. Hoje, faz parte da equipe de profissionais que tanto o criticaram e, em alguns casos, difamaram e injuriaram.

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domingo, 21 de dezembro de 2008

How to be a hooligan #03

Baderneiro que é baderneiro não tem preconceitos. Ponto para os alemães, com moda na cabeça e samba nos pés. Reparem que a coisa é séria mesmo. Sério!



Via Anorak.

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A boa da sexta-feira - Aida Yespica

A WAG da semana é a venezuelana Aida Yespica. E venezuelana é sinônimo de mulher bonita (que me desculpem as brasileiras). Afinal, qual país ao redor do mundo faz tantas misses maravilhosas? Viva a terra de Hugo Chávez. Atualmente, a moça está radicada na Itália e tem certa notoriedade ao redor da Bota (com rumores de um suposto affair com Silvio Berlusconi). Ah, claro, a bela é quase casada com o jogador italiano Matteo Ferrari.

Sem legenda pseudo-engraçadinha

Sem legenda pseudo-engraçadinha [2]

Sem legenda pseudo-engraçadinha [3]


Sem legenda pseudo-engraçadinha [4]


Sem legenda pseudo-engraçadinha [5]

Sem legenda pseudo-engraçadinha [6]


Bônus AQUI (já vale pela trilha sonora, com um finíssimo remix de Useless, do Depeche Mode).

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Alerta de fraude - Sávio


O capixaba Sávio Bortolini Pimentel é o maior expoente de um grupo que a crônica esportiva carioca costuma chamar jocosamente (em OFF) de "reizinhos da Gávea". O termo faz referência a jogadores revelados no Flamengo pós-Zico, que tecnicamente variam entre medianos a bons, tratados de forma paternal pelos dirigentes rubro-negros e vendidos pela imprensa como grandes promessas. A demasiada proteção dos cartolas cariocas resulta em boleiros de temperamento difícil, que agem como meninos mimados quando contrariados (Felipe Melo e Jônatas são exemplos). Com Sávio, as coisas foram mais amenas, dado o talento para bom moço do rapaz, mas, por outro lado, jamais conseguiu ser o craque que pintaram por aí, em meados da década de 1990.


Os críticos dizem que Sávio cavava faltas em demasia e que não sabia fugir de marcações mais fortes. Por outro lado, os defensores do atleta alegam que sua carreira fora abreviada pela violência das zagas adversárias (num jogo contra o Grêmio, no Maracanã, a imprensa carioca chegou a divulgar que o então técnico da equipe gaúcha gritava a seus comandados quando Sávio pegava a bola: "Quebra! Quebra!").


À parte as picuinhas, a revelação rubro-negra não foi o único jogador a sofrer com faltas. Uma década antes, Bebeto - cuja estrutura física chegava a ser mais frágil ainda - era perseguido por zagueiros violentos. O atacante baiano, no entanto, soube aprimorar o seu jogo para contornar o problema e acabou desenvolvendo uma característica pela qual passou a ser reconhecido mundialmente: velocidade e toques rápidos. Dificilmente, víamos Bebeto prender a bola.

Aí é que se separa o joio do trigo: Sávio insistiu durante toda a carreira no seu eterno jogo de correr desesperadamente pela ponta esquerda até a linha de fundo e chutar para o gol, ou cruzar para a área. Muito pouco para alguém que chegou a ser saudado por muita gente boa como o "novo Zico".



Em números, até que a carreira de Sávio fez alguma marola, com os títulos mais representativos "conquistados" quando defendeu as cores do Real Madrid: três Uefas Champions League, uma Supercopa da Uefa e um Mundial Interclubes. Dos títulos listados, a ex-promessa rubro-negra só participou da final da Champions 1999/ 2000, diante do Valencia, entrando aos 26 minutos do segundo tempo, com a partida praticamente decidida. Os demais títulos pelo time merengue foram conquistados diretamente do banco de reservas - isso quando era escalado para as partidas.

Após sair do Real Madrid, Sávio encontrou sobrevida em clubes menores, além de uma decepcionante passagem pelo Flamengo, em 2006. Atualmente, dá espetáculo em gramados cipriotas, defendendo as cores do Anorthosis. De aspirante a craque a bom jogador para clubes menores.


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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Prêmio Bicuda FC de Jornalismo Esportivo - Indicados

Foi difícil um consenso. O nível da imprensa esportiva brasileira oferece uma infinidade de indicações. Mas após uma briga danada aqui na redação, chegamos aos quatro indicados ao Prêmio Bicuda FC de Jornalismo Esportivo 2008. As regras estão AQUI. Viva a festa da democracia!

"Amores difíceis" - Sidney Garambone

O editor-chefe do Esporte Espetacular, Sidney Garambone - numa improvável mistura de James Joyce, Italo Calvino, "politicamente correto" e Richarlyson - comete um dos textos mais constrangedores do ano, assumindo pelo boleiro são-paulino uma condição que o mesmo jamais reconheceu. Entre as pérolas proferidas: "Quando é xingado de gay, mantém a compostura, a educação e simplesmente procura a Justiça". Gay é xingamento? Que a comunidade gay não saiba.


"Corinthians: Piada fenomenal" - Jornal da Placar

Um dos maiores redutos são-paulinos da imprensa brasileira paga um mico fenomenal. Os representantes da "Geração Dunga" do jornalismo mostram que, em termos de imparcialidade e apuração, são tão bons quanto Veja. É o jeitinho Civita de ver o mundo fazendo história e formando mais uma geração de ovelhas (e não é para isso que o Grupo Abril investe em livros didáticos, via Editora Ática e Editora Scipione?).


"Dunga já estaria fora. Vanderlei seria o nome!" - Gilmar Ferreira

Seria um grande furo, mas virou uma tremenda barrigada. O colunista e blogueiro do jornal carioca Extra, num exercício de futurologia furadíssimo, decreta, em 20 de junho de 2008: "A situação está definida: Dunga não será o técnico da seleção brasileira no jogo contra o Chile, dia 7 de setembro, em Santiago". Quem sabe no returno das Eliminatórias, Gilmar?


"Cegueira caseira" - Renato Maurício Prado

Enfim, a FlaPRESS mostra a sua cara. O árbitro Carlos Eugênio Simon, depois de não marcar acertadamente um suposto pênalti no decisivo jogo Cruzeiro e Flamengo, no Mineirão, é execrado pelos nossos companheiros de imprensa. Sobretudo pelo seu mais representativo baluarte: o colunista Renato Maurício Prado. Durante os dias seguintes, o festival de apedrejamento segue a todo vapor, com direito até a rap de Gabriel O Pensador em "homenagem" ao apitador no "Muy Amigos" "Bem, Amigos". Tudo muito bonito, com direito a distribuição de farto material para a versão rubro-negra do chororô... até que surge uma câmera milagrosa da ESPN Brasil. Claro, tudo sem direito a pedido de desculpas por parte do colunista de O Globo, que de "certo e absoluto" começou a classificar o lance como "duvidoso".





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Prêmio Bicuda FC de Jornalismo Esportivo - Conheça as Regras


O Prêmio Bicuda FC de Jornalismo Esportivo é um incentivo aos profissionais de imprensa, sob forma de crítica construtiva; ou, dependendo do tamanho do ego, apenas um evento fútil cuja única intenção é fazermos pouco de nossos colegas de profissão, estuprando a deontologia jornalística; ou, caso prefiram assim, uma maneira cretina de se ganhar publicidade criticando o trabalho alheio. "A maldade está nos olhos de quem vê".

Apesar de ser uma iniciativa deste bagunçado blogue, o prêmio não é bagunça. Há regrinhas mais do que claras:

1 - Poderão ser indicados ao prêmio jornalistas e cronistas, entre outros profissionais de mídia, de qualquer veículo (incluindo aí a FlaPRESS, a BambiPRESS e a GambáPRESS, entre outros similares).

2 - Não há distinção entre os tipos de mídia. Profissionais do jornalismo impresso, audiovisual e digital concorrem em igualdade de condições (apesar de reconhecermos que o pessoal da internet sai em vantagem, já que a todo momento precisam gerar conteúdo).

3 - Estão sumariamente excluídos da premiação todos profissionais à margem do que os nossos companheiros classificam como "jornalismo sério". Logo, os programas de debates dominicais da TV aberta, ou quaisquer profissionais relacionados, não poderão ser indicados.

4 - Para evitarmos concorrência desleal, todo o conteúdo do blogue Bicuda Futebol Clube e seus respectivos criadores estão excluídos da premiação. Ninguém supera a nossa capacidade de escrever besteiras, reconhecemos.

5 - Jorge Kajuru está excluído das indicações por ser hors concours. Seria uma covardia alguém competir com ISSO AQUI. Acreditem, a imensa panelinha das redações classifica isso como "jornalismo sério".

6 - As indicações serão feitas por um colegiado formado por jornalistas e torcedores, obedecendo estritamente a critérios técnicos.

7 - Poderão ser indicados matérias, crônicas ou qualquer outro conteúdo veiculado no corrente ano da premiação.

8 - Após a indicação, serão divulgados os quatro finalistas que concorrerão por meio de votação popular.

9 - A votação será feita pela internet, no site do Bicuda Futebol Clube (www.bicudafc.com), e ocorrerá durante o período de 30 dias.

10 - O vencedor será anunciado no site do Bicuda Futebol Clube (www.bicudafc.com) um dia após o término das votações.

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A boa da sexta-feira - Mari Alexandre

Acho que 99,99% da população masculina não sabe e nunca saberá o que realmente Mari Alexandre faz da vida (modelo, atriz, cantora, dançarina?). Mas para a alegria geral dos editores deste blog, Mari já flertou com Juninho Paulista, Denílson e Cicinho - o que preenche os requisitos básicos para figurar como a WAG da semana.

Depois de sacanearmos sem dó nem piedade os são-paulinos, damos a mão à palmatória e homenageamos o hexa. Se bem que é consenso geral entre as demais torcidas do país que os aficionados pelo tricolor do Morumbi não são muito chegados. De adianto, nossos pedidos de desculpas por outra bola fora

Se comentar, estraga

Mari tinha um potencial incrível para ser uma das maiores pin-ups brasileiras de todos os tempos. Tem uma beleza de teatro de revista, bem diferente dessas porcarias anoréxicas que tomaram de assalto a publicidade

Mas faltou direção para a carreira da moça. Pelamor (!!!), que foto é essa de Mulher Maravilha

Que seja eterno enquanto dure

Um bônus AQUI, com Mari mostrando ao vivo a força do pandeiro.

Créditos:
Foto 1 - www.gataspfc.com.br
Foto 2 e 3 - www.sexyclube.com.br
Foto 4 - www.areavip.com.br
Foto 5 - www.lavemanoiva.com


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domingo, 7 de dezembro de 2008

Quem dá mais?

Com a série de boatos sobre o novíssimo, suposto, teórico e ainda não comprovado esquema de compra de arbitragens no futebol brasileiro, mais uma vez estamos sujeitos à lei do "quem dá mais".

Imagem pescada do site Santos Sempre Santos

Até quando?

Piadinhas óbvias não podem passar em branco.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Papai Noel é Colorado

Sem essa de tirar foto no colinho. É ruim, hein!


Foi um sufoco, me lembrou a final da Libertadores 2008, mas o Inter conseguiu um gol chorado, bem chorado. O destaque ficou por conta da atuação do Nilmar (gazela), o cara tá batendo um bolão. O Estudientes deu um tremendo sufoco, esse Verón ainda joga o fino da bola.

Como não sou de perder uma boca-livre, a convite do meu amigo Fabiano Czykiel fui conferir a churrascada da galera colorada aqui no Rio. Foi em Copacabana, na Rua Bolívar, muito goró.
Maria Emília Cássil , uma legítima representante dos pampas

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