E se os times mais populares do Brasil fossem, respectivamente, o São Paulo, o Sport e o Paraná Clube? Pelo menos no Google isso é possível. Numa pesquisa com os 30 maiores clubes de futebol do Brasil, os resultados apresentados pela ferramenta de buscas mais usada na internet brasileira são surpreendentes.
Antes de os esquentadinhos de plantão começarem a reclamar, os resultados apresentados aqui não têm valor científico algum. Certas distorções são evidentes devido às regras adotadas. Nas buscas no Google foram usados os nomes oficiais dos clubes entre aspas, para garantir alguma acurácia e evitar agregar substantivos homônimos. Flamengo vale tanto para o(s) time(s) quanto o bairro do Rio; São Paulo serve para o time, o santo, a cidade e o estado, por exemplo. Digitando, entre aspas, “Clube de Regatas do Flamengo” ou “São Paulo Futebol Clube” os resultados são mais limpos.
O Paraná Clube acabou levando vantagem com essa regra. Afinal, quase todo mundo chama o Paraná Clube de... Paraná Clube. Por outro lado, é raro um torcedor do Grêmio fazer referência a seu time de coração com o pomposo nome “Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense”. Distorções à parte, ainda surpreende a posição do Sport no ranking do Google. Não é qualquer um que digita “Sport Club do Recife”.
A única exceção nos parâmetros de busca é o Vasco da Gama. Em vez de “Club de Regatas Vasco da Gama” foi usado o termo “Clube de Regatas Vasco da Gama”, já que a diferença nos resultados era muito grande. As variações de club e clube, futebol e football e similares usadas nos demais times foram irrelevantes.
Outros fatores determinantes nos resultados apresentados pelo buscador devem ser ressaltados. Equipes que encabeçaram disputas nos últimos campeonatos e que tenham torcedores mais jovens levam vantagem (caso do São Paulo).
Se a pesquisa não tem qualquer valor científico, ao menos vale para matar a curiosidade dos torcedores e também como um indicativo da atuação da agremiação de coração na grande rede. É claro, lembrando aos apressados, otimistas e detratores que popularidade engloba "boa fama" e "má fama".
Antes de os esquentadinhos de plantão começarem a reclamar, os resultados apresentados aqui não têm valor científico algum. Certas distorções são evidentes devido às regras adotadas. Nas buscas no Google foram usados os nomes oficiais dos clubes entre aspas, para garantir alguma acurácia e evitar agregar substantivos homônimos. Flamengo vale tanto para o(s) time(s) quanto o bairro do Rio; São Paulo serve para o time, o santo, a cidade e o estado, por exemplo. Digitando, entre aspas, “Clube de Regatas do Flamengo” ou “São Paulo Futebol Clube” os resultados são mais limpos.
O Paraná Clube acabou levando vantagem com essa regra. Afinal, quase todo mundo chama o Paraná Clube de... Paraná Clube. Por outro lado, é raro um torcedor do Grêmio fazer referência a seu time de coração com o pomposo nome “Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense”. Distorções à parte, ainda surpreende a posição do Sport no ranking do Google. Não é qualquer um que digita “Sport Club do Recife”.
A única exceção nos parâmetros de busca é o Vasco da Gama. Em vez de “Club de Regatas Vasco da Gama” foi usado o termo “Clube de Regatas Vasco da Gama”, já que a diferença nos resultados era muito grande. As variações de club e clube, futebol e football e similares usadas nos demais times foram irrelevantes.
Outros fatores determinantes nos resultados apresentados pelo buscador devem ser ressaltados. Equipes que encabeçaram disputas nos últimos campeonatos e que tenham torcedores mais jovens levam vantagem (caso do São Paulo).
Se a pesquisa não tem qualquer valor científico, ao menos vale para matar a curiosidade dos torcedores e também como um indicativo da atuação da agremiação de coração na grande rede. É claro, lembrando aos apressados, otimistas e detratores que popularidade engloba "boa fama" e "má fama".




2 Comentários
Ridículo, isso só mede a condição financeira dos torcedores, pois na maioria do Brasil não se tem acesso a internet, é mesma coisa que perguntar quem te comida na mesa todo dia , via internet...
Anônimo, em momento algum o post trata do tamanho real das torcidas. Apenas da incidência de nomes nas buscas do Google. Trata-se apenas de um exercício (i)lúdico. E, provavelmente, este post já está defasado.
Quem não tem comida na mesa todos dias realmente não bate ponto na internet; mas analfabetos funcionais aparecem em abundância.
Abraço