Os vascaínos podem reclamar à vontade. Não tem jeito: o novo Vasco da Gama é o Fluminense. Pelo menos no quesito antipatia midiática. Hoje, o GloboEsporte.com estampou na capa do site, sem qualquer constrangimento, uma "matéria" bem interessante, assinada pelo repórter Gustavo Rotstein. Encampado delírios de amebas arquibaldas, nosso coleguinha relata que conselheiros e torcedores alvinegros temem uma possível interferência do patrocinador do Fluminense no jogo de hoje, para uma finalíssima de "Unimeds".
Graças a esse tipo de postura e visão caolha do mundo, sempre protegidas pelo manto jornalístico, o Tricolor das Laranjeiras herdou o ethos de "virador de mesa" (quando o que não falta no futebol brasileiro é time considerado grande que já tenha usado mão dos mesmíssimos recursos num passado nem tão distante assim).
Se o GloboEsporte.com aprecia tanto meias-verdades que ressoam nas arquibancadas, não custaria muito notar que os dois últimos Campeonatos Cariocas - ambos cercados de arbitragens nebulosas em momentos decisivos - foram decididos por duas equipes que ostentavam o nome de uma empresa de capital misto (Petrobras) e uma de suas subsidiárias (Liquigás).
É claro, não se pode esperar muita coisa de um veículo que saúda Roberto Dinamite como a salvação do Futebol Carioca fora das quatro linhas. Nosso messias é o novo amiguinho de Kleber Leite e Márcio Braga (ambos fundamentais para o caos financeiro rubro-negro) e correligionário de Álvaro Lins (atualmente tirando férias em Bangu 8 e acusado de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha armada, corrupção passiva e facilitação de contrabando). Estamos perdidos.
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Graças a esse tipo de postura e visão caolha do mundo, sempre protegidas pelo manto jornalístico, o Tricolor das Laranjeiras herdou o ethos de "virador de mesa" (quando o que não falta no futebol brasileiro é time considerado grande que já tenha usado mão dos mesmíssimos recursos num passado nem tão distante assim).
Se o GloboEsporte.com aprecia tanto meias-verdades que ressoam nas arquibancadas, não custaria muito notar que os dois últimos Campeonatos Cariocas - ambos cercados de arbitragens nebulosas em momentos decisivos - foram decididos por duas equipes que ostentavam o nome de uma empresa de capital misto (Petrobras) e uma de suas subsidiárias (Liquigás).
É claro, não se pode esperar muita coisa de um veículo que saúda Roberto Dinamite como a salvação do Futebol Carioca fora das quatro linhas. Nosso messias é o novo amiguinho de Kleber Leite e Márcio Braga (ambos fundamentais para o caos financeiro rubro-negro) e correligionário de Álvaro Lins (atualmente tirando férias em Bangu 8 e acusado de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha armada, corrupção passiva e facilitação de contrabando). Estamos perdidos.




