O brilhante esquizofrênico John Nash poderia ser o matemático do Brasileirão
(Imagem: Elke Wetzig, via Wikicommons)
A Espanha papou merecidamente a Copa do Mundo de 2010. Deixando os louros de lado, é impossível não atentar objetivamente a um "detalhe": a Espanha foi o campeão mundial com a pior média de gols da história. Rodou parreiramente a bola em campo, mostrando pouquíssimo poder de fogo (e não queiram me convencer que isso era tática). Assim como todo ganhador de Copas, o título saiu graças a uma equação de competência, ajuda da arbitragem e sorte (remember Brasil 2002, por exemplo). Ou alguém acha que sem as arbitragens pontuais contra Portugal e Paraguai, os espanhóis chegariam seguramente ao título?
O Internacional foi uma quase Espanha no Mundial Clubes Fifa. Rodou, rodou, rodou ante ao Mazembe. Não achou gol e não contou com erro de arbitragem. Acabou tomando fumo. Pasmem: os jornalistas que no meio do ano se encantaram com o tico-tico no fubá espanhol desandaram a falar mal dos colorados. O motivo? Muito toque de bola e pouquíssima objetividade.
Futebol esquizofrênico. Periodismo idem.
O jornalismo arte futeboleiro morreu. Viva o cronismo de resultados.




3 Comentários
Douglas,
vc tem uns posts interessantes, mas se conseguisse livrar sua mente do mimimi imprensa seria nota 10.
Torcedor reclamando da imprensa esportiva parece um marinheiro reclamando do movimento da maré.
SRN
Bender
mimimipress rules!
esse aí pegou a jennifer connelly