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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Alerta de fraude: Giovani dos Santos

Cabelinho Ronaldinho wannabe. Termina aí a comparação com o Gaúcho... tirando a night, é claro

Levar um país sem tradição alguma ao topo do futebol mundial (massacrando os mascarados brasileiros) e  integrar o estelar elenco do Barcelona. Tudo isso com menos de 17 anos. Coisa de predestinado à genialidade. Hoje, no entanto, a realidade de Giovani dos Santos é bem diferente daquele jogador que despontou - ao lado de Messi - como substituto natural de Ronaldinho Gaúcho na equipe espanhola. Se o argentino superou o brasileiro com sobras, o mexicano, por sua vez, preferiu trilhar a vida baladeira que deu fim ao ciclo europeu do novo reforço do Mengão.

Giovani, assim como Messi, tem talento de sobra para superar Ronaldinho – ao menos no quesito farra. Depois de sair do Barcelona para o Tottenham, em 2008, devido à abrupta queda de rendimento, ao gosto de vida noturna e à falta de de comprometimento nos treinamentos, a promessa de craque mexicana começou a estampar tablóides em nada gloriosos momentos de bebedeira (e em estado lamentável). O gosto pela boa vida é tanto que os conterrâneos do jovem boleiro o apelidaram carinhosamente de "Giovani dos Antros".

Apesar do potencial extremo (e os prêmios individuais falam por si), algumas pistas indicam que a carreira da estrela latina foi ao chão antes mesmo de decolar: desde 2008, Gio vestiu camisas de quatro equipes! Até os times da "poderosa" MLS entraram na briga pelo seu passe. Enquanto isso, Messi segue brilhando no Barcelona. Dois craques, dois destinos diferentes. No fim, fica o lamento de mais um jogador que é sombra daquilo que jamais foi.

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Enquanto isso no vestiário das "cheerleaders"...

Se você sentiu falta da "mulher brasileira", com coxão do Roberto Carlos, voz grossa e cheia de espinhas nos peitos (via anabolizante), perdeu a noção de beleza feminina. Dúvidas eternas entre a camisa 1 e a 9

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Memória FC: 10 mortes que abalaram o futebol brasileiro (parte 1)

Aceitar a morte não é tarefa das mais simples para a maioria das pessoas. Programamos nossas horas, dias, meses e anos como se viver fosse uma certeza a cada segundo... até que ela, a dita cuja, fatalmente pega todos de surpresa. No futebol, a coisa não é diferente. Grandes nomes ou jogadores medíocres dividem o mesmo fim. Ao menos nesse momento derradeiro, a "vida" é utopicamente democrática :) 

#10 Figueiredo

Em seu último jogo, Figueiredo usou a camisa 10, de Zico

Quase uma anônimo em meio a feras do calibre de Zico, Júnior, Leandro, Andrade, Mozer, Tita e Adílio, Cláudio Figueiredo Diz - ou simplesmente Figueiredo - era peça importante naquele elenco rubro-negro. Se jamais fora titular absoluto da zaga do Fla, Figueiredo sempre cumpriu com dignidade o papel de substituir à altura seus companheiros de zaga, tendo boa participação nos primeiros dois jogos da final da Libertadores de 1981. O destino encerrou sua carreira prematuramente, aos 23 anos, num acidente de avião (que também vitimou o irmão e procurador de Bebeto), em 20 de dezembro de 1984. A morte do beque rubro-negro envolve certa mística: em seu último jogo pelo Fla, em 1° de dezembro daquele ano, acabou vestindo a camisa 10 eternizada por Zico, um número improvável para um zagueiro e talvez uma singela homenagem dos Deuses do Futebol.

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Torcida Geek

Mosaico colorido é o cacete. Torcida que deu um show de originalidade foi a do Bayer Leverkusen, que homenageou de uma forma toda especial os jogadores do time: todo mundo caracterizado de personagens do Star Wars.

É meio estranho ver Michael Ballack de Jedi (ao centro). Pelo conjunto e obra da carreira, o alemão tem os dois pés no lado negro da força

Apesar do atestado de nerdice passado pela galera de Leverkusen, o resultado foi longe de ser um filme de sci-fi, o líder Borussia Dortmund sapecou 3 a 1 nos donos da casa.

Faltou do Darth Vadder...

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domingo, 9 de janeiro de 2011

Passando recibo de pequenez

Carreiras do futuro: torcedor profissional
(Imagem: Agência Photocamera)

Um time pode passar pela segunda, terceira e – vá lá - até quarta divisão mantendo sua grandiosidade intacta.

Você só tem certeza mesmo que a agremiação que você escolheu torcer já não é tão grande quanto outrora quando descobre que o patrocinador/ investidor recebe de parte da torcida status de ídolo/ mecenas. Com direito a bandeira.

É grave a crise nas Laranjeiras.

Cada Chelsea tem o Romam Abramovich que merece.

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Não se enganem com Ronaldinho

Ronaldinho em noite de gala: dois golaços e pouco futebol

Pode parecer uma tentativa de colocar água no chope dos flamenguistas (ou gremistas, ou palmeirenses) mas antes de celebrar a chegada de Ronaldinho Gaúcho - com A$$i$ nas negociações, nunca se sabe - , o torcedor precisa saber qual jogador vai desembarcar na Gávea (ou no Olímpico, ou no Parque Antártica). Raciocínios enlatados, do tipo "se quiser jogar, arrebenta", carecem de credibilidade, já que desde 2006, temporada após temporada, graças ao benefício da dúvida, Ronaldinho segue angariando dinheiro e movendo "fanboys" ao redor do globo jogando pouquíssima bola. 

Qual jogador vestirá o manto rubro-negro (ou tricolor, ou alviverde)? O craque que ousou conjugar malabares e objetividade ao mesmo tempo ou o notívago desleixado com a carreira? Se levarmos em conta tudo que o dentuço não jogou nos últimos anos, a resposta vem fácil como um raio num domingo de sol. Afinal, o Ronaldo que se consolidou como mito ao calar os incrédulos foi o outro, o do Corinthians.

Trocando em miúdos: há quatro anos Gaúcho oscila  entre vestiários, casas de espetáculo com músicas ruins e pares de coxas de loiras oxigenadas. Quatro anos são um século no futebol. É muito tempo na vida de qualquer um. Ronaldinho não é mais um menino, apesar de até hoje aparentemente não ter sido agraciado com o prumo da maturidade, nem tomado as rédeas da carreira e consciência. Já são 30 anos nas costas. Com essa idade, Maradona já tinha entrado de cabeça numa espiral de decadência. E, em termos de relevância ludopética, o ex-Milan é infinitamente menor que o fantasma argentino. Hoje, Ronaldinho é sombra do jogador que nunca conseguiu ser. Se voltar a jogar como nas temporadas de 2004 e 2005, será mera conspiração do acaso e da excepcionalidade. 

Nada que o torcedor rubro-negro (ou gremista, ou palmeirense) e a enorme parcela oba-oba do jornalismo não consigam relevar. É provável que ainda tenha sobrevida e algum destaque em campos nacionais. Para quem passou as últimas temporadas fazendo "partidas incríveis" ante a sparrings de baixíssimo nível, o Brasil é solo fértil para manter acesa a aura mitológica que Ronaldinho jamais mereceu. Serão algumas grandes partidas, talvez até alguns títulos com a participação do dentuço (e nunca sob a sua batuta), mas é certo que Patrícia Amorim (ou Salvador Palaia, ou Paulo Odone) sabem até a medula que a melhor contribuição que o craque poderá dar ao seu futuro clube é fora das quatro linhas.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Anal é coisa séria


Transmissão em HD bem vendida é essa aí.

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